É diferente do cheiro das rosas.
É único, fabuloso
Inalcansável
É diferente do cheiro dos doces gostosos
Não enjoa, não importa a dose
É diferente do delicioso cheiro da chuva
Da paz e harmonia que ele traz
É meio como cheiro de desejo
Que arrasta, te carrega
É meio como cheiro de aventura
Que te incita e te desafia
Lembra cheiro de felicidade
Não é como cheiro de cabelo perfumado
Não é como cheiro de arco-íris e borboletas
É diferente.
É como uma aura em volta dela
Envolta nela
É um cheiro perseguido entre sorrisos e abraços
Meio misterioso, meio mágico
Embriagante.
Hipnotizante.
Tipo...
Ambrosia.
Sempre quis nascer pássaro.
Até que um dia eu descobri como os homens voam.
Escrevendo poesia.
Nosso Castelo de Cartas
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Sobre nada
Vento sem brisa
Céu sem estrelas
Mar sem ondas
Ampulheta sem areia
E o tempo passando sem passar
Espada sem lâmina
Texto sem palavras
Quadro sem tinta
Coração sem sangue
Deitando na chuva
sem se molhar
Saltando de predios
sem adrenalina
E caindo
sem doer
Se levantando sem esforço, quase sem querer.
Sorriso sem graça
Abraço fraco
Quando um pedaço de vazio é tão grande
Que já preenche a maior parte
Até mesmo um poema
Fica sem emoção
E percebe-se que tudo
É sobre nada.
---
http://fragmentosdecotidiano.blogspot.com/2011/03/11-da-serie-deixa-as-musicas-falarem.html
Céu sem estrelas
Mar sem ondas
Ampulheta sem areia
E o tempo passando sem passar
Espada sem lâmina
Texto sem palavras
Quadro sem tinta
Coração sem sangue
Deitando na chuva
sem se molhar
Saltando de predios
sem adrenalina
E caindo
sem doer
Se levantando sem esforço, quase sem querer.
Sorriso sem graça
Abraço fraco
Quando um pedaço de vazio é tão grande
Que já preenche a maior parte
Até mesmo um poema
Fica sem emoção
E percebe-se que tudo
É sobre nada.
---
http://fragmentosdecotidiano.blogspot.com/2011/03/11-da-serie-deixa-as-musicas-falarem.html
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Tempo de escrever
Tempo de escrever
Tempo de recomeçar
De não parar
De seguir,
De ir.
De voltar,
Pra frente
Tempo de entender
De explicar
De notar
De ver
De tentar compreender
Que depois de tanto tempo.
De tantas perguntas.
É tempo de calar.
Tempo de...
Acreditar
Que por mais que você faça
Ou deixe de fazer
O tempo passa
Simplesmente assim
Como passa agora
Enquanto eu escrevo
Enquanto você lê
Enquanto para sempre
Agora eternamente já se foi
Sempre em um segundo será
Ou já durante algo que não segue
Pelas dúvidas que circundam sua mente
Por tudo que o faz parar mesmo estando em movimento
Por tudo que o faz mover-se mesmo estando parado
E digo-lhe
Não mais nada a dizer
Nada a comentar
Porque o universo é perfeito
Com cada coisa em seu lugar
Tempo de escrever
Tempo de continuar
Agora foi sempre
O ontem do amanhã
Será hoje ou
Nunca
Será
Eternamente
Como o tempo
Será
Eternamente
Como é
Tudo
Será
Eterno
Como sempre foi
Apenas lembre-se,
Você sabe
Por que a palavra escrita sozinha
Perdida no verso de cima
Ainda está em sua cabeça
Isto é porque com certeza
Ela significa
Algo
Algo importante
Que você não consegue lembrar
Mas o tempo
O tempo já sabe
Que é tempo
De recomeçar
Que é tempo
De escrever
--
Um poema perdido, de algum mês perdido, em algum ano perdido. Num cd perdido, por aí.
Mas não foi um tempo perdido.
8.
"Sempre... Sempre aqui."
---
Tempo de recomeçar
De não parar
De seguir,
De ir.
De voltar,
Pra frente
Tempo de entender
De explicar
De notar
De ver
De tentar compreender
Que depois de tanto tempo.
De tantas perguntas.
É tempo de calar.
Tempo de...
Acreditar
Que por mais que você faça
Ou deixe de fazer
O tempo passa
Simplesmente assim
Como passa agora
Enquanto eu escrevo
Enquanto você lê
Enquanto para sempre
Agora eternamente já se foi
Sempre em um segundo será
Ou já durante algo que não segue
Pelas dúvidas que circundam sua mente
Por tudo que o faz parar mesmo estando em movimento
Por tudo que o faz mover-se mesmo estando parado
E digo-lhe
Não mais nada a dizer
Nada a comentar
Porque o universo é perfeito
Com cada coisa em seu lugar
Tempo de escrever
Tempo de continuar
Agora foi sempre
O ontem do amanhã
Será hoje ou
Nunca
Será
Eternamente
Como o tempo
Será
Eternamente
Como é
Tudo
Será
Eterno
Como sempre foi
Apenas lembre-se,
Você sabe
Por que a palavra escrita sozinha
Perdida no verso de cima
Ainda está em sua cabeça
Isto é porque com certeza
Ela significa
Algo
Algo importante
Que você não consegue lembrar
Mas o tempo
O tempo já sabe
Que é tempo
De recomeçar
Que é tempo
De escrever
--
Um poema perdido, de algum mês perdido, em algum ano perdido. Num cd perdido, por aí.
Mas não foi um tempo perdido.
8.
"Sempre... Sempre aqui."
---
quarta-feira, 24 de março de 2010
Uma luz passou a minha mão
Uma luz passou a minha mão
Era o sol
Eu tentei segurar
Ele apagou
Uma bela música passou aos meus ouvidos
Eu me aproximei para escutar
Ela parou
Uma bela garota olhou para mim
E quando eu fui olhar
Ela desviou
Então eu fechei os olhos
Esperando que tudo finalmente escurecesse
Balancei a cabeça
E tudo ficou claro para mim
Eu pude ver todos perfeitamente
Eu pude ver um sorriso no rosto de todos
Mas alguma coisa me dizia
Que aquilo era uma ilusão
Então eu me abaixei
E peguei os óculos escuros que estavam no chão
E vi que eu tinha um dom
Que os óculos escuros me faziam ver de verdade
Faziam-me ver o triste mundo real
Um mundo escuro
As pessoas viam os óculos escuros
E viam a tristeza em meu rosto
Mas não viam a felicidade em meu coração
De poder ver a realidade de todos
De poder ver as lágrimas de sangue em seus rostos
E mesmo com os óculos escuros
Eu sorria
Porque eu iria fazer com que aqueles sorrisos falsos
Que escondiam a realidade das lágrimas
Virarem pessoas de óculos escuros
Pessoas que pudessem sorrir
De verdade
---
Oito.
Em algum dia perdido, de 2007.
Era o sol
Eu tentei segurar
Ele apagou
Uma bela música passou aos meus ouvidos
Eu me aproximei para escutar
Ela parou
Uma bela garota olhou para mim
E quando eu fui olhar
Ela desviou
Então eu fechei os olhos
Esperando que tudo finalmente escurecesse
Balancei a cabeça
E tudo ficou claro para mim
Eu pude ver todos perfeitamente
Eu pude ver um sorriso no rosto de todos
Mas alguma coisa me dizia
Que aquilo era uma ilusão
Então eu me abaixei
E peguei os óculos escuros que estavam no chão
E vi que eu tinha um dom
Que os óculos escuros me faziam ver de verdade
Faziam-me ver o triste mundo real
Um mundo escuro
As pessoas viam os óculos escuros
E viam a tristeza em meu rosto
Mas não viam a felicidade em meu coração
De poder ver a realidade de todos
De poder ver as lágrimas de sangue em seus rostos
E mesmo com os óculos escuros
Eu sorria
Porque eu iria fazer com que aqueles sorrisos falsos
Que escondiam a realidade das lágrimas
Virarem pessoas de óculos escuros
Pessoas que pudessem sorrir
De verdade
---
Oito.
Em algum dia perdido, de 2007.
quarta-feira, 3 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Minerva
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Promessas eternas jogadas no chão
Tudo parece ter sido
Em vão
Pior que estar só
É sentir-se um ser a mais
Mais do que desnecessário
Sentir precisa
A tua ausência.
Pra que ele sinta tua falta...
E porque ele não sente a tua falta?
Ela parte de volta aos braços
Daqueles que a amam
De onde ela jamais
Deveria ter
Partido
Ficam para trás as lembranças
E as lágrimas
Já suficientemente
Derramadas
Seu mar petrificou
Solidificadas em seu rosto
Tomam a forma de uma máscara
Escura como a noite
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Parte a escuridão eterna
Parte sozinha,
Minerva
Seus olhos nunca mais serão os mesmos
Cobertos por uma
Máscara de lágrimas
Seu amor a deixou
Por nada.
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Ela que amou
Uma vez
Sente que só se ama
Uma vez
Sente suas lágrimas
Cobrindo o rosto
Para sempre
Tornando-se uma máscara
...
A última carta a seu amor escrita.
No cantinho da página
“Da sua eterna Minerva”
...
Dar-se a impressão
De que nada mudou.
Mas é só impressão...
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Eis que ela parte
Sem nada
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Promessas eternas jogadas no chão
Tudo parece ter sido
Em vão
Pior que estar só
É sentir-se um ser a mais
Mais do que desnecessário
Sentir precisa
A tua ausência.
Pra que ele sinta tua falta...
E porque ele não sente a tua falta?
Ela parte de volta aos braços
Daqueles que a amam
De onde ela jamais
Deveria ter
Partido
Ficam para trás as lembranças
E as lágrimas
Já suficientemente
Derramadas
Seu mar petrificou
Solidificadas em seu rosto
Tomam a forma de uma máscara
Escura como a noite
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Parte a escuridão eterna
Parte sozinha,
Minerva
Seus olhos nunca mais serão os mesmos
Cobertos por uma
Máscara de lágrimas
Seu amor a deixou
Por nada.
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Ela que amou
Uma vez
Sente que só se ama
Uma vez
Sente suas lágrimas
Cobrindo o rosto
Para sempre
Tornando-se uma máscara
...
A última carta a seu amor escrita.
No cantinho da página
“Da sua eterna Minerva”
...
Dar-se a impressão
De que nada mudou.
Mas é só impressão...
Eis que ela parte
Com seus olhos de sombra
Com seus olhos de lápis
Eis que ela parte
Sem nada
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Chronos ceifa o espelho
Onde morreram nossas idéias?
Onde ficou o quê eu acreditei?
O universo tomado por você
E nosso castelo sem cartas
Mais parado do que pedra
Estou eu.
Como o curso das águas que muda
Traz o vento da renovação
Faz queimar a rocha
A queda do trovão
Chronos tudo ceifa
O futuro, o passado
E até o presente
Não se sente mais
Como sendo seu
Porque?
Porque a mudança
É própria da existência
Não é ?
Crie
Refaça
Reinvente
Renasça
É você?
Porque cair,
Até as montanhas caem.
Mas nada
Permaneçe no chão.
Reergam-se as portas
Reabram-se as cortinas
O narrador do circo
Avisa a platéia
Já é hora
Do próximo número
O espetáculo há de continuar
Sai o palhaço,
Que entre o comediante...
Porque se o mesmo homem
Não há de se banhar no mesmo rio
Foi porque Chronos
Majestoso, Impiedoso
Tem mais lembranças em sua foice
Do que qualquer um de nos
Poderá imaginar
O crepúsculo emerge belo.
Apenas jogue um pouco mais
De vermelho
Neste quadro...
E assim como a maçã
Ele simbolizará
Eternizado
Embaralhemos as cartas
É um novo jogo.
Onde ficou o quê eu acreditei?
O universo tomado por você
E nosso castelo sem cartas
Mais parado do que pedra
Estou eu.
Como o curso das águas que muda
Traz o vento da renovação
Faz queimar a rocha
A queda do trovão
Chronos tudo ceifa
O futuro, o passado
E até o presente
Não se sente mais
Como sendo seu
Porque?
Porque a mudança
É própria da existência
Não é ?
Crie
Refaça
Reinvente
Renasça
É você?
Porque cair,
Até as montanhas caem.
Mas nada
Permaneçe no chão.
Reergam-se as portas
Reabram-se as cortinas
O narrador do circo
Avisa a platéia
Já é hora
Do próximo número
O espetáculo há de continuar
Sai o palhaço,
Que entre o comediante...
Porque se o mesmo homem
Não há de se banhar no mesmo rio
Foi porque Chronos
Majestoso, Impiedoso
Tem mais lembranças em sua foice
Do que qualquer um de nos
Poderá imaginar
O crepúsculo emerge belo.
Apenas jogue um pouco mais
De vermelho
Neste quadro...
E assim como a maçã
Ele simbolizará
Eternizado
Embaralhemos as cartas
É um novo jogo.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
É noite de lua cheia.
É noite de lua cheia.
As nuvens são arrastadas para longe.
Eu podia me acostumar com a chuva nos óculos escuros.
Mas sabia que as nuvens arrastadas
Sempre me chamariam atenção.
É noite de lua cheia.
O som do piano em meus ouvidos
Minhas pernas se movem sozinhas
Meu olhar focaliza o nada.
A mente a toda velocidade
O coração quase parando.
Eu prevejo um final, cada vez mais próximo.
É noite de lua cheia
Registre uma foto em sua mente
Guarde em seu coração.
Pra sempre
Por este instante.
É noite de lua cheia
Eu sinto do falta do vinho
Que nunca tive.
É noite de lua cheia
Eu sinto teu respirar próximo
E só em poder te ter em meus braços
Só em poder ver o fundo dos teus olhos
Como vi uma vez
Eu sei que poderei dormir em paz...
Mas se eu ainda puder beijar teus lábios
Eu poderei sonhar com você...
Pra sempre.
É noite de lua cheia
Eu sinto do falta do vinho
Que sempre quis ter.
As nuvens são arrastadas para longe.
Eu podia me acostumar com a chuva nos óculos escuros.
Mas sabia que as nuvens arrastadas
Sempre me chamariam atenção.
É noite de lua cheia.
O som do piano em meus ouvidos
Minhas pernas se movem sozinhas
Meu olhar focaliza o nada.
A mente a toda velocidade
O coração quase parando.
Eu prevejo um final, cada vez mais próximo.
É noite de lua cheia
Registre uma foto em sua mente
Guarde em seu coração.
Pra sempre
Por este instante.
É noite de lua cheia
Eu sinto do falta do vinho
Que nunca tive.
É noite de lua cheia
Eu sinto teu respirar próximo
E só em poder te ter em meus braços
Só em poder ver o fundo dos teus olhos
Como vi uma vez
Eu sei que poderei dormir em paz...
Mas se eu ainda puder beijar teus lábios
Eu poderei sonhar com você...
Pra sempre.
É noite de lua cheia
Eu sinto do falta do vinho
Que sempre quis ter.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Oito, vezes três.
Meus dedos giram a ampulheta dourada.
Foram mais vinte e quatro horas passadas.
Meus dedos atravessam o teclado escuro, metálico e frio.
E foram mais vinte e quatro palavras faladas.
Ao soneto de separação.
Faltam pouco mais que vinte e quatro dias
Ao sentimento... A emoção.
Aqui sozinho, só encontro palavras vazias.
Escuto um acorde de piano
Trago o som do vento em minhas mãos
A poesia se escreve sozinha
Guarde seus sentimentos, em seu coração.
Faltam vinte e quadro dias
Para o fim do soneto de separação.
Foram mais vinte e quatro horas passadas.
Meus dedos atravessam o teclado escuro, metálico e frio.
E foram mais vinte e quatro palavras faladas.
Ao soneto de separação.
Faltam pouco mais que vinte e quatro dias
Ao sentimento... A emoção.
Aqui sozinho, só encontro palavras vazias.
Escuto um acorde de piano
Trago o som do vento em minhas mãos
A poesia se escreve sozinha
Guarde seus sentimentos, em seu coração.
Faltam vinte e quadro dias
Para o fim do soneto de separação.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Gatos, bolas de mouse. E eu também queria poder fazer um pouco mais.
Aqueles que precisam, um abraço.
Aqueles que precisam, um ouvido.
Poucas palavras.
Eu queria poder fazer mais.
Aqueles que gostam, um presente.
Aqueles que gostam, uma carta.
Muitas palavras.
E eu também queria poder fazer mais.
Aqueles que seguem
Morrendo
Um motivo pra viver
Merecem,
E tem.
E eu também queria poder fazer mais.
Aqueles que escolhem,
Um sorriso,
braços abertos,
a esperança.
Mas eu?
Eu sempre fui um tolo.
E também queria poder fazer mais.
Enfim,
Nunca esqueça dos gatos,
e das bolas de mouse.
Não é chocolate branco,
Mas eu ainda tenho 29 bomboms.
E por mais que se negue
Se evite, se
Discorde.
A vida,
é como uma caixinha de bomboms.
E eu sigo sem saber
O que posso encontrar.
Sigo constante,
Como o céu de Brasília.
Mas sou eu.
Ainda sou eu.
E novamente,
Eu queria poder fazer mais.
Mas ainda existem
Gatos,
E bolas de mouse.
Aqueles que precisam, um ouvido.
Poucas palavras.
Eu queria poder fazer mais.
Aqueles que gostam, um presente.
Aqueles que gostam, uma carta.
Muitas palavras.
E eu também queria poder fazer mais.
Aqueles que seguem
Morrendo
Um motivo pra viver
Merecem,
E tem.
E eu também queria poder fazer mais.
Aqueles que escolhem,
Um sorriso,
braços abertos,
a esperança.
Mas eu?
Eu sempre fui um tolo.
E também queria poder fazer mais.
Enfim,
Nunca esqueça dos gatos,
e das bolas de mouse.
Não é chocolate branco,
Mas eu ainda tenho 29 bomboms.
E por mais que se negue
Se evite, se
Discorde.
A vida,
é como uma caixinha de bomboms.
E eu sigo sem saber
O que posso encontrar.
Sigo constante,
Como o céu de Brasília.
Mas sou eu.
Ainda sou eu.
E novamente,
Eu queria poder fazer mais.
Mas ainda existem
Gatos,
E bolas de mouse.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Dama de Copas

Esse post pode fazer pouco sentido para todos, mas... Faz muito sentido para mim.
Quatro de paus me entregou esse cartão hoje.
Me traz lembranças...
Eu gostei, obrigado ^^
Vai pra gaveta das lembranças =)
Agora, voltemos ao ínicio
Tudo em um grande círculo.
Agora, voltamos ao ínicio
Sagrado começo
Amado fim
Intermináveis correntes de destino
Embraçam-me as pernas e os braços
Decido eu voltar
Para poder prosseguir
Agora, voltemos ao ínicio
Onde tudo começa e termina
E fecha-se o ciclo.
Eu abro a porta desse Nosso Castelo de Cartas.
Eu tiro a Dama de Espadas,
A primeira carta do baralho.
Eu tiro as mãos do papel
E escrevo, no coração
As areias do tempo se mexem
Com num ciclo infinito
Novos creúspuculos virão
Novas Auroras,
Também.
A ampulheta parou,
E hora de vira-lá novamente
O barco parte,
É preciso seguir em frente.
O vento uiva,
Partimos a todo velocidade.
Partimos para o final,
O mesmo ínicio.
Se eu deitar aqui,
Se eu apenas deitar aqui
Você deitaria comigo?
E esqueceria do mundo?
Amanhã,
Será lua cheia.
É o começo?
É o fim?
Na verdade...
É um só.
domingo, 25 de outubro de 2009
O retrato da poesia
A poesia é livre,
Quebra os ventos num bater de asas
De um passarinho azul
A poesia é pergunta
É resposta
É angústia, desabafo.
É tentar por imagens,
Em palavras.
É tentar tornar palavras,
Imagens.
É a busca por inconstância.
É pesar a razão,
E a emoção.
É encontrar um equilíbrio
Entre as ondas e a lua,
Entre a prosa e o verso.
Entre o que se sente
E o que não se sente.
É dizer
Eu te amo
Com sinceridade
É abraçar sem ver
Sentir sem tocar
É pensar
No que falar
É se esforçar
Pra descrever
O que não dá
Pra escrever
A poesia é livre
Como um peixe no mar
É sorriso, é olhar.
É estar.
A poesia corre sem rumo
Na beira da praia
O seu destino é incerto
E ninguém sabe de onde partiu
Mas o que importa de verdade
É seu passar
É lembrar
O retrato da poesia
É céu.
Sem explicação,
Simplesmente assim.
Céu,
Sem começo, sem fim.
A poesia,
Simplesmente é.
Quebra os ventos num bater de asas
De um passarinho azul
A poesia é pergunta
É resposta
É angústia, desabafo.
É tentar por imagens,
Em palavras.
É tentar tornar palavras,
Imagens.
É a busca por inconstância.
É pesar a razão,
E a emoção.
É encontrar um equilíbrio
Entre as ondas e a lua,
Entre a prosa e o verso.
Entre o que se sente
E o que não se sente.
É dizer
Eu te amo
Com sinceridade
É abraçar sem ver
Sentir sem tocar
É pensar
No que falar
É se esforçar
Pra descrever
O que não dá
Pra escrever
A poesia é livre
Como um peixe no mar
É sorriso, é olhar.
É estar.
A poesia corre sem rumo
Na beira da praia
O seu destino é incerto
E ninguém sabe de onde partiu
Mas o que importa de verdade
É seu passar
É lembrar
O retrato da poesia
É céu.
Sem explicação,
Simplesmente assim.
Céu,
Sem começo, sem fim.
A poesia,
Simplesmente é.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
A terra mágica
A terra mágica se abre
Aos eternos aventureiros
Sua beleza atinge a lua de prata
Que derrama sobre o mar
Seus raios de cristal
Mar azul, mar verde. Vermelho
Como a chama que eu trago
Em meu coração flamejante
Como as faíscas que brotam
Das espadas que se chocam
Os cavalos tremem o chão
Os exércitos confrontam-se
Mas apenas o herói
Com a coragem em seu coração
Pode enfrentar o majestoso dragão
Pode cortá-lo com sua espada dourada
Pode vencê-lo com a vontade
Que carrega em suas mãos.
Seus companheiros o curam
O resguardam.
Eles são seu escudo, sua armadura.
Mais que isso
Eles chegam a ser parte
Dele mesmo.
Eles chegam a ser armas
Em sua mão.
Eles podem até morrer,
Mas nunca em vão.
Morte, que caminha ao teu lado
Oh! Aventureiro!
Ela és tua companheira
Ela estás contigo por todo o tempo
Por toda a eternidade.
Pode vencê-la?
Não.
E tu podes morrer?
Também não.
Então a ti, só resta um único caminho
Tu irás lutar...
Eternamente.
Na terra mágica dos duendes
Dos elfos, e dos anões.
Dos gigantes, dos dragões.
Das fadas, dos príncipes, dos reis...
Das princesas.
A esta terra por inteira
Tu irás atravessar
Oh! Herói!
Oh! Aventureiro!
Teu mestre te ensinou!
Carrega contigo a vontade flamejante,
Em teu coração.
Carrega teus companheiros do teu lado.
Carrega a tua espada
Com as duas mãos.
Tu que cruzas a rosa dos ventos
Que atravessa terras e mares
E não por satisfeito,
Vai à lua.
Tu que brindas a amizade,
Ao amor, a coragem,
A vida e a morte.
Subjuga-a. Porém nunca a subestime.
Porque mesmo de tu
Tudo podes ser tirado
Porque mesmo tu
Poderás ser derrotado.
Mas apenas se esquecer...
Que em teu coração
Resta um sentimento
Impenetrável
Que em teu coração
Dorme uma lembrança
Inabalável
Tu herói!
Que sempre há de vencer!
Vivo ou morto!
Nunca te esqueças!
A fantasia final
Há de prevalecer.
Aos eternos aventureiros
Sua beleza atinge a lua de prata
Que derrama sobre o mar
Seus raios de cristal
Mar azul, mar verde. Vermelho
Como a chama que eu trago
Em meu coração flamejante
Como as faíscas que brotam
Das espadas que se chocam
Os cavalos tremem o chão
Os exércitos confrontam-se
Mas apenas o herói
Com a coragem em seu coração
Pode enfrentar o majestoso dragão
Pode cortá-lo com sua espada dourada
Pode vencê-lo com a vontade
Que carrega em suas mãos.
Seus companheiros o curam
O resguardam.
Eles são seu escudo, sua armadura.
Mais que isso
Eles chegam a ser parte
Dele mesmo.
Eles chegam a ser armas
Em sua mão.
Eles podem até morrer,
Mas nunca em vão.
Morte, que caminha ao teu lado
Oh! Aventureiro!
Ela és tua companheira
Ela estás contigo por todo o tempo
Por toda a eternidade.
Pode vencê-la?
Não.
E tu podes morrer?
Também não.
Então a ti, só resta um único caminho
Tu irás lutar...
Eternamente.
Na terra mágica dos duendes
Dos elfos, e dos anões.
Dos gigantes, dos dragões.
Das fadas, dos príncipes, dos reis...
Das princesas.
A esta terra por inteira
Tu irás atravessar
Oh! Herói!
Oh! Aventureiro!
Teu mestre te ensinou!
Carrega contigo a vontade flamejante,
Em teu coração.
Carrega teus companheiros do teu lado.
Carrega a tua espada
Com as duas mãos.
Tu que cruzas a rosa dos ventos
Que atravessa terras e mares
E não por satisfeito,
Vai à lua.
Tu que brindas a amizade,
Ao amor, a coragem,
A vida e a morte.
Subjuga-a. Porém nunca a subestime.
Porque mesmo de tu
Tudo podes ser tirado
Porque mesmo tu
Poderás ser derrotado.
Mas apenas se esquecer...
Que em teu coração
Resta um sentimento
Impenetrável
Que em teu coração
Dorme uma lembrança
Inabalável
Tu herói!
Que sempre há de vencer!
Vivo ou morto!
Nunca te esqueças!
A fantasia final
Há de prevalecer.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
As estrelas me deixaram para trás.
Ela ignorava qualquer possibilidade de ser feliz.
E eu penso que imagino, talvez, poder arriscar um por que.
Com ou sem acento não me parece fazer muita diferença.
Porém junto ou separado, muda tudo.
Ao beirar o mundo, o príncipe medieval
Faz da vida seu eterno castelo
Faz da espada sua vontade de ferro.
Faz da sua amada, princesa encantada
Razão de viver
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante
Não era mais um garoto com uma caneta: era um menino velho com seu lápis.
Com vontade de escrever.
Sem vontade de viver.
É como se a felicidade só existisse nesse estado sutil de desespero.
Sem meta e nem rumo, a pista segue em frente.
E ao chegar ao final, eu sempre vejo fitas.
Preto-amarelas.
Acho que nada...
Também acho que nada.
E não deveria fazer questão de saber
Apesar de que sempre acabo fazendo
Viro a terra azul, a vejo cair.
É minha felicidade clandestina.
Esquecer para não lembrar,
Ou, a tentativa é o primeiro passo para o fracasso,
Já dizia um velho sábio.
Mas onde está a graça das coisas fáceis?
Eu penso, a verdadeira dificuldade é descobri quais verdadeiramente são.
Esse é um poema-diálogo
Entre eu,
E nos.
Este é um poema sem nexo
Entre eu,
Culpa minha.
Este é um poema escrito
Sem palavras premeditadas
Como sempre.
Eu ainda confundo o som da noite
Com o som do vento.
E o barulho da chuva me faz lembrar
Que preciso fechar as janelas.
É tarde,
As estrelas me deixaram para trás.
Ps. – Esse poema foi escrito por mim, usando frases, pensamentos, idéias, e trechos inteiros foram copiados de uma outra escritora. Ou seja, os créditos são dela. Me bateu a idéia de escrever esse poema como uma homenagem a ela, já que, eu admiro muito seus textos. Espero que a autora não tenha ficado ofendida, ou algo parecido por eu ter usado suas palavras, se for da vontade dela, apagarei esse texto.
E pra quem quiser conhecer mais, fica a dica ;)
http://www.felicidadeclandestina.com.br/blog/
Ps 2. – Quero ver quem consegue diferenciar que partes eu escrevi, e que partes tirei dos textos dela. (risos)
E eu penso que imagino, talvez, poder arriscar um por que.
Com ou sem acento não me parece fazer muita diferença.
Porém junto ou separado, muda tudo.
Ao beirar o mundo, o príncipe medieval
Faz da vida seu eterno castelo
Faz da espada sua vontade de ferro.
Faz da sua amada, princesa encantada
Razão de viver
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante
Não era mais um garoto com uma caneta: era um menino velho com seu lápis.
Com vontade de escrever.
Sem vontade de viver.
É como se a felicidade só existisse nesse estado sutil de desespero.
Sem meta e nem rumo, a pista segue em frente.
E ao chegar ao final, eu sempre vejo fitas.
Preto-amarelas.
Acho que nada...
Também acho que nada.
E não deveria fazer questão de saber
Apesar de que sempre acabo fazendo
Viro a terra azul, a vejo cair.
É minha felicidade clandestina.
Esquecer para não lembrar,
Ou, a tentativa é o primeiro passo para o fracasso,
Já dizia um velho sábio.
Mas onde está a graça das coisas fáceis?
Eu penso, a verdadeira dificuldade é descobri quais verdadeiramente são.
Esse é um poema-diálogo
Entre eu,
E nos.
Este é um poema sem nexo
Entre eu,
Culpa minha.
Este é um poema escrito
Sem palavras premeditadas
Como sempre.
Eu ainda confundo o som da noite
Com o som do vento.
E o barulho da chuva me faz lembrar
Que preciso fechar as janelas.
É tarde,
As estrelas me deixaram para trás.
Ps. – Esse poema foi escrito por mim, usando frases, pensamentos, idéias, e trechos inteiros foram copiados de uma outra escritora. Ou seja, os créditos são dela. Me bateu a idéia de escrever esse poema como uma homenagem a ela, já que, eu admiro muito seus textos. Espero que a autora não tenha ficado ofendida, ou algo parecido por eu ter usado suas palavras, se for da vontade dela, apagarei esse texto.
E pra quem quiser conhecer mais, fica a dica ;)
http://www.felicidadeclandestina.com.br/blog/
Ps 2. – Quero ver quem consegue diferenciar que partes eu escrevi, e que partes tirei dos textos dela. (risos)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Terra Azul
Porque quando você sorri
É como o desabrochar de uma nova flor
Como o terminar
De um eclipse
Como a esperança renascida
Nos olhos dos desesperados
É retomar o ritmo acelerado
Do coração desritmado
Apenas em falar aquelas palavras tão simples,
De significado tão complexo.
Eu digo, eu amo você.
E você sorri.
E o mundo pode acabar,
Para mim nada mais importa.
E eu me perco em teus olhos
De mel
E me vejo em teus lábios
De mel
A ampulheta marca o tempo
E cai o pó das luas
Que passam
Eu sinto tua presença
Longe e perto de mim
Ao mesmo tempo
As nuvens trazem a chuva
E os céus choram,
A tua partida.
E tudo que poderia ser perfeito
Torna-se sem graça
Caem as flores da primavera
E torna-se outono
Cai a neve no outono
E torna-se inverno
E torna-se frio
O calor do meu peito se esvai
Eu sinto o fim próximo
E minha esperança é apenas
Poder tocar tua mão
Mais uma vez.
É como o desabrochar de uma nova flor
Como o terminar
De um eclipse
Como a esperança renascida
Nos olhos dos desesperados
É retomar o ritmo acelerado
Do coração desritmado
Apenas em falar aquelas palavras tão simples,
De significado tão complexo.
Eu digo, eu amo você.
E você sorri.
E o mundo pode acabar,
Para mim nada mais importa.
E eu me perco em teus olhos
De mel
E me vejo em teus lábios
De mel
A ampulheta marca o tempo
E cai o pó das luas
Que passam
Eu sinto tua presença
Longe e perto de mim
Ao mesmo tempo
As nuvens trazem a chuva
E os céus choram,
A tua partida.
E tudo que poderia ser perfeito
Torna-se sem graça
Caem as flores da primavera
E torna-se outono
Cai a neve no outono
E torna-se inverno
E torna-se frio
O calor do meu peito se esvai
Eu sinto o fim próximo
E minha esperança é apenas
Poder tocar tua mão
Mais uma vez.
domingo, 11 de outubro de 2009
Crepúsculo tardio
Solidão é um prato
Que se come vazio
As aparências enganam
E juntos
Somos ninguém.
O pior de tudo é saber
Que alguém veio
Pra tomar um café
É noite
Eu dirijo sozinho
A morte viaja ao meu lado
As folhas caem
O tempo passa
É frio
Eu me cubro sozinho
A morte dorme ao meu lado
A chuva cai
A areia desce
Me vê mais uma cerveja
E vamos ser felizes
Todos juntos
Alegres
Me de mais um copo
E vamos todos deitar
Juntos
Em um emaranhado de sorrisos
Infames,
Infantis.
Caem as máscaras
Dos mentirosos
Caem as preocupações
Dos desesperados
Caem as esperanças
Dos necessitados
E o pior de tudo
E ver-te tu, a si mesmo, do teu lado
Dentro e fora ao mesmo momento
Único
Transparecido e refletido
Ao mesmo tempo
Entre vidros e carvalhos
Negros
E o pior de tudo e saber
Que solidão
Não é estar sozinho
E não estar com alguém
Solidão,
É saudade.
Caem as máscaras,
De sorrisos infames,
Infantis.
Cai a terra azul
Por trás da parede de vidro
Derrame-se em teu velório
Caiu um copo,
De café.
Cai meu rosto, sobre o chão.
Caiu em tuas mãos
O crepúsculo tardio,
A nobreza perdida
O sentimento ilhado
Deste coração.
Que se come vazio
As aparências enganam
E juntos
Somos ninguém.
O pior de tudo é saber
Que alguém veio
Pra tomar um café
É noite
Eu dirijo sozinho
A morte viaja ao meu lado
As folhas caem
O tempo passa
É frio
Eu me cubro sozinho
A morte dorme ao meu lado
A chuva cai
A areia desce
Me vê mais uma cerveja
E vamos ser felizes
Todos juntos
Alegres
Me de mais um copo
E vamos todos deitar
Juntos
Em um emaranhado de sorrisos
Infames,
Infantis.
Caem as máscaras
Dos mentirosos
Caem as preocupações
Dos desesperados
Caem as esperanças
Dos necessitados
E o pior de tudo
E ver-te tu, a si mesmo, do teu lado
Dentro e fora ao mesmo momento
Único
Transparecido e refletido
Ao mesmo tempo
Entre vidros e carvalhos
Negros
E o pior de tudo e saber
Que solidão
Não é estar sozinho
E não estar com alguém
Solidão,
É saudade.
Caem as máscaras,
De sorrisos infames,
Infantis.
Cai a terra azul
Por trás da parede de vidro
Derrame-se em teu velório
Caiu um copo,
De café.
Cai meu rosto, sobre o chão.
Caiu em tuas mãos
O crepúsculo tardio,
A nobreza perdida
O sentimento ilhado
Deste coração.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Palavras escritas
Você pode escrever
Sobre os amores que se foram
Sobre as guerras que se venceram
Sobre as paixões que perduram
Sobre os sentimentos em teu peito
Sobre o sol e o mar.
Sobre a chuva.
Sobre a sombra
Sobre o luar.
Você pode escrever
Um soneto
De separação
Uma história
De união
Um momento
Uma decisão.
Você pode escrever
Sobre o que quer ser
Sobre quem você é
De onde veio
Aonde quer chegar
Você pode escrever
Em qualquer lugar.
Em qualquer instante
Pra qualquer pessoa
Para ninguém.
Você pode até escrever cartas
Palavras escritas
São completamente diferentes
De frases ditas
Elas carregam em si
Um significado único.
E se eu disser
Saudade
O quê significa para você?
E se disser
Felicidade
O quê significa para você?
Talvez, tenha a ver com gatos.
Talvez não.
E como então
Há coisas complicadas
Por demais
Pra se colocar em palavras
Por demais
Simples
As quais consiga eu
Escrever....
Como a vida,
o universo,
e tudo o mais.
Eu me despeço
Com uma palavra:
Fim.
Sobre os amores que se foram
Sobre as guerras que se venceram
Sobre as paixões que perduram
Sobre os sentimentos em teu peito
Sobre o sol e o mar.
Sobre a chuva.
Sobre a sombra
Sobre o luar.
Você pode escrever
Um soneto
De separação
Uma história
De união
Um momento
Uma decisão.
Você pode escrever
Sobre o que quer ser
Sobre quem você é
De onde veio
Aonde quer chegar
Você pode escrever
Em qualquer lugar.
Em qualquer instante
Pra qualquer pessoa
Para ninguém.
Você pode até escrever cartas
Palavras escritas
São completamente diferentes
De frases ditas
Elas carregam em si
Um significado único.
E se eu disser
Saudade
O quê significa para você?
E se disser
Felicidade
O quê significa para você?
Talvez, tenha a ver com gatos.
Talvez não.
E como então
Há coisas complicadas
Por demais
Pra se colocar em palavras
Por demais
Simples
As quais consiga eu
Escrever....
Como a vida,
o universo,
e tudo o mais.
Eu me despeço
Com uma palavra:
Fim.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Todo o mundo cantando baixinho

Era imprescindível fazer uma homenagem a essa grande Legião Urbana.
Depois deste show, só restou saudade.
Ficam aqui minhas palavras de agradecimento, a vocês, por vocês.
Um texto escrito "apenas" com trechos de músicas da Legião Urbana.
Muitas vezes parecem poucos os momentos da vida em que se sente que valeu a pena viver cada dia, cada segundo, valeu a pena passar por tudo para que aquele único momento pudesse ser vivivo. Sim, valeu a pena.
Cada dia de espera, vale a pena.
Cada dia que se passa a areia azul da ampulheta desce.
Eu me sinto mais próximo do fim.
Porque a Legião Urbana, são vocês.
Todo o mundo cantando baixinho
Uma menina me ensinou
Uma dor que dói no peito
Agora está tão longe...
Ao menos uma vez
Podemos começar
Tudo de novo?
Ela então sorriu pra mim
Dizia ele: "Estou indo pra Brasília”
Chegando em casa então ele chorou
Não é assim que tem que ser
Vou fugir de casa
E quem irá dizer
E hoje a noite não tem luar
E eu estou sem ela
Me diz, por que que o céu é azul
Ninguém sabe
O que aconteceu...
Todos os dias
Antes de dormir
Quando o sol bater
Na janela do teu quarto,
Lembra e vê
Que agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
Quem me dera
Ao menos uma vez
Me abraça forte
E diz mais uma vez
...
É preciso amar.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
6. Escrever um poema em quarteto.
Eu, tu, ele, nós.
Eu te amo.
Abra os olhos,
Chorar não é pra mim...
Porque reclamar não muda nada.
O som do silêncio...
Só quero continuar levando,
Não sei bem se é por ser inverno...
Como sempre nunca farei.
Farei, de fiz...
Não.
Aqui sempre estarei...
Viverei.
Morrerei...
Pena que me embolei,
Como ficou agora?
Como sempre foi.
Ótimo!
Boa noite a todos pois minha cama me espera.
Fugir não adiantaria,
Nada!
Se estou aqui,
Que alguma coisa, eu faça!
Sabe que sem nossas palavras,
O mundo nada significaria.
Acabaria eu em maresia...
Fumando um cachimbo da paz.
Em uma tabacaria!
Me lembra alguém..
Apontando pras cinzas caidas no chão.
Me lembra um sonho...
Rezando pra elas levarem embora a solidão.
Rosas são vermelhas, o leite vem das vacas, violetas são azuis e vocês são uns babacas?
Ficou com raiva?
Mal uso da interrogação, suponho.
É que se botarem nós somos perde a decassilabiridade do interpessoal do eu-lírico extra corporal
No quadrado da hipotenusa
Olá Bhaskara.
O que fazes por aki?
Tão bela que tu és,
Flor que alegra meus dias...
Infiéis.
Então, calma...
Eu, tu, ele, nós.
Calma que o tempo
Tudo cura,
Com o tempo,
Tudo se apruma.
Só não as feridas abridas por amargura.
E tudo passa a ser uma imensa cicatriz...
Mas eu já aprendi que a vida é dura,
E viver nas ruas,
É saber que nesta vida
Nada perdura.
Nem mangás, nem dinheiro,
Sem dinheiro para os shows ou enterros.
Sem mangás pro momentos de desespero.
Onde estão os crepes?
E eu vejo,
Música,
Diversao.
Enterros?
Não!
Jamais!
Nunca se corrompa...
Nem mesmo em frente.
Nao me permitam tal sofrimento.
Shini!
Acho que ele deixo nos deixou.
E foi dormir.
Observar a água correr pelas feridas esperando curar.
Estou namorando...
A cura não é segura, porque passa pela rachadura,
Da fechadura
Sentindo a ardência de não sentir nada...
Nem...Sou espada!
Sou 4 de Espadas, pra ser preciso!
Sou Vontade!
Sou Passado...
Eu sou a Escuridão, a Estrela e o Sol.
Eu sou, o medo de amar.
Sou futuro dos desesperados
Sou oito.
Somos
Eu, tu, ele,
Nós.
E antes das luzes voltarem a acender
Eu estarei aqui pra me fazer.
Então eu colocarei as cadeiras sobre as mesas,
Apagarei as luzes.
Meu trabalho estará terminado.
Morreu.
Nosso embate continua,
Morreu.
Terminei
É o fim.
Adeus.
As espadas continuam,
Eu sou o Ás de Espadas.
Eu sou o Valete de Espadas.
Mas termine com algo de(s)cente,
Veremos o resultado
Dormiremos logo!
Então,
Fechamos a página
O capítulo acabou.
Vencemos?
Nunca irei saber.
A vitória e a derrota
Pertencem aos deuses,
A nós?
Pertence a batalha.
Oito,
Valete de Espadas,
Quatro de Espadas,
Ás de Espadas.
Eu te amo.
Abra os olhos,
Chorar não é pra mim...
Porque reclamar não muda nada.
O som do silêncio...
Só quero continuar levando,
Não sei bem se é por ser inverno...
Como sempre nunca farei.
Farei, de fiz...
Não.
Aqui sempre estarei...
Viverei.
Morrerei...
Pena que me embolei,
Como ficou agora?
Como sempre foi.
Ótimo!
Boa noite a todos pois minha cama me espera.
Fugir não adiantaria,
Nada!
Se estou aqui,
Que alguma coisa, eu faça!
Sabe que sem nossas palavras,
O mundo nada significaria.
Acabaria eu em maresia...
Fumando um cachimbo da paz.
Em uma tabacaria!
Me lembra alguém..
Apontando pras cinzas caidas no chão.
Me lembra um sonho...
Rezando pra elas levarem embora a solidão.
Rosas são vermelhas, o leite vem das vacas, violetas são azuis e vocês são uns babacas?
Ficou com raiva?
Mal uso da interrogação, suponho.
É que se botarem nós somos perde a decassilabiridade do interpessoal do eu-lírico extra corporal
No quadrado da hipotenusa
Olá Bhaskara.
O que fazes por aki?
Tão bela que tu és,
Flor que alegra meus dias...
Infiéis.
Então, calma...
Eu, tu, ele, nós.
Calma que o tempo
Tudo cura,
Com o tempo,
Tudo se apruma.
Só não as feridas abridas por amargura.
E tudo passa a ser uma imensa cicatriz...
Mas eu já aprendi que a vida é dura,
E viver nas ruas,
É saber que nesta vida
Nada perdura.
Nem mangás, nem dinheiro,
Sem dinheiro para os shows ou enterros.
Sem mangás pro momentos de desespero.
Onde estão os crepes?
E eu vejo,
Música,
Diversao.
Enterros?
Não!
Jamais!
Nunca se corrompa...
Nem mesmo em frente.
Nao me permitam tal sofrimento.
Shini!
Acho que ele deixo nos deixou.
E foi dormir.
Observar a água correr pelas feridas esperando curar.
Estou namorando...
A cura não é segura, porque passa pela rachadura,
Da fechadura
Sentindo a ardência de não sentir nada...
Nem...Sou espada!
Sou 4 de Espadas, pra ser preciso!
Sou Vontade!
Sou Passado...
Eu sou a Escuridão, a Estrela e o Sol.
Eu sou, o medo de amar.
Sou futuro dos desesperados
Sou oito.
Somos
Eu, tu, ele,
Nós.
E antes das luzes voltarem a acender
Eu estarei aqui pra me fazer.
Então eu colocarei as cadeiras sobre as mesas,
Apagarei as luzes.
Meu trabalho estará terminado.
Morreu.
Nosso embate continua,
Morreu.
Terminei
É o fim.
Adeus.
As espadas continuam,
Eu sou o Ás de Espadas.
Eu sou o Valete de Espadas.
Mas termine com algo de(s)cente,
Veremos o resultado
Dormiremos logo!
Então,
Fechamos a página
O capítulo acabou.
Vencemos?
Nunca irei saber.
A vitória e a derrota
Pertencem aos deuses,
A nós?
Pertence a batalha.
Oito,
Valete de Espadas,
Quatro de Espadas,
Ás de Espadas.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Começou
As chamas consomem
Tudo que tocam
Seu reflexo no espelho
D’água
Nos mostra sua beleza
E unicidade
Incandescente
Quente
Como o coração
Dos apaixonados
O vento é volúvel
Calmo, como os dias quietos
Dos outonos inexistentes
Sem ventos
Furioso, como os dias confusos
Dos verões inesquecíveis
Com tempestades
Tempestades de raios, trovões
Tempestades dos mares
Que vão e voltam
Contínuos
Infinitos.
Mares de água,
Das cachoeiras,
Dos lagos
De gelo.
Indestrutíveis.
Como a terra que trago
Em minhas mãos
Terra preta, forte
Terra branca, areia
Da praia.
Praia do mar que espelha
A lua
Cheia.
Lua que brilha com a luz
Do Sol
Que tudo esquenta
Que tudo aviva
Que tudo transforma,
Sol...
Das chamas.
E as chamas,
Consomem...
Tudo que tocam..
...
Começou,
Não chore.
Tudo que tocam
Seu reflexo no espelho
D’água
Nos mostra sua beleza
E unicidade
Incandescente
Quente
Como o coração
Dos apaixonados
O vento é volúvel
Calmo, como os dias quietos
Dos outonos inexistentes
Sem ventos
Furioso, como os dias confusos
Dos verões inesquecíveis
Com tempestades
Tempestades de raios, trovões
Tempestades dos mares
Que vão e voltam
Contínuos
Infinitos.
Mares de água,
Das cachoeiras,
Dos lagos
De gelo.
Indestrutíveis.
Como a terra que trago
Em minhas mãos
Terra preta, forte
Terra branca, areia
Da praia.
Praia do mar que espelha
A lua
Cheia.
Lua que brilha com a luz
Do Sol
Que tudo esquenta
Que tudo aviva
Que tudo transforma,
Sol...
Das chamas.
E as chamas,
Consomem...
Tudo que tocam..
...
Começou,
Não chore.
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