Ela ignorava qualquer possibilidade de ser feliz.
E eu penso que imagino, talvez, poder arriscar um por que.
Com ou sem acento não me parece fazer muita diferença.
Porém junto ou separado, muda tudo.
Ao beirar o mundo, o príncipe medieval
Faz da vida seu eterno castelo
Faz da espada sua vontade de ferro.
Faz da sua amada, princesa encantada
Razão de viver
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante
Não era mais um garoto com uma caneta: era um menino velho com seu lápis.
Com vontade de escrever.
Sem vontade de viver.
É como se a felicidade só existisse nesse estado sutil de desespero.
Sem meta e nem rumo, a pista segue em frente.
E ao chegar ao final, eu sempre vejo fitas.
Preto-amarelas.
Acho que nada...
Também acho que nada.
E não deveria fazer questão de saber
Apesar de que sempre acabo fazendo
Viro a terra azul, a vejo cair.
É minha felicidade clandestina.
Esquecer para não lembrar,
Ou, a tentativa é o primeiro passo para o fracasso,
Já dizia um velho sábio.
Mas onde está a graça das coisas fáceis?
Eu penso, a verdadeira dificuldade é descobri quais verdadeiramente são.
Esse é um poema-diálogo
Entre eu,
E nos.
Este é um poema sem nexo
Entre eu,
Culpa minha.
Este é um poema escrito
Sem palavras premeditadas
Como sempre.
Eu ainda confundo o som da noite
Com o som do vento.
E o barulho da chuva me faz lembrar
Que preciso fechar as janelas.
É tarde,
As estrelas me deixaram para trás.
Ps. – Esse poema foi escrito por mim, usando frases, pensamentos, idéias, e trechos inteiros foram copiados de uma outra escritora. Ou seja, os créditos são dela. Me bateu a idéia de escrever esse poema como uma homenagem a ela, já que, eu admiro muito seus textos. Espero que a autora não tenha ficado ofendida, ou algo parecido por eu ter usado suas palavras, se for da vontade dela, apagarei esse texto.
E pra quem quiser conhecer mais, fica a dica ;)
http://www.felicidadeclandestina.com.br/blog/
Ps 2. – Quero ver quem consegue diferenciar que partes eu escrevi, e que partes tirei dos textos dela. (risos)
Sempre quis nascer pássaro.
Até que um dia eu descobri como os homens voam.
Escrevendo poesia.
Nosso Castelo de Cartas
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Terra Azul
Porque quando você sorri
É como o desabrochar de uma nova flor
Como o terminar
De um eclipse
Como a esperança renascida
Nos olhos dos desesperados
É retomar o ritmo acelerado
Do coração desritmado
Apenas em falar aquelas palavras tão simples,
De significado tão complexo.
Eu digo, eu amo você.
E você sorri.
E o mundo pode acabar,
Para mim nada mais importa.
E eu me perco em teus olhos
De mel
E me vejo em teus lábios
De mel
A ampulheta marca o tempo
E cai o pó das luas
Que passam
Eu sinto tua presença
Longe e perto de mim
Ao mesmo tempo
As nuvens trazem a chuva
E os céus choram,
A tua partida.
E tudo que poderia ser perfeito
Torna-se sem graça
Caem as flores da primavera
E torna-se outono
Cai a neve no outono
E torna-se inverno
E torna-se frio
O calor do meu peito se esvai
Eu sinto o fim próximo
E minha esperança é apenas
Poder tocar tua mão
Mais uma vez.
É como o desabrochar de uma nova flor
Como o terminar
De um eclipse
Como a esperança renascida
Nos olhos dos desesperados
É retomar o ritmo acelerado
Do coração desritmado
Apenas em falar aquelas palavras tão simples,
De significado tão complexo.
Eu digo, eu amo você.
E você sorri.
E o mundo pode acabar,
Para mim nada mais importa.
E eu me perco em teus olhos
De mel
E me vejo em teus lábios
De mel
A ampulheta marca o tempo
E cai o pó das luas
Que passam
Eu sinto tua presença
Longe e perto de mim
Ao mesmo tempo
As nuvens trazem a chuva
E os céus choram,
A tua partida.
E tudo que poderia ser perfeito
Torna-se sem graça
Caem as flores da primavera
E torna-se outono
Cai a neve no outono
E torna-se inverno
E torna-se frio
O calor do meu peito se esvai
Eu sinto o fim próximo
E minha esperança é apenas
Poder tocar tua mão
Mais uma vez.
domingo, 11 de outubro de 2009
Crepúsculo tardio
Solidão é um prato
Que se come vazio
As aparências enganam
E juntos
Somos ninguém.
O pior de tudo é saber
Que alguém veio
Pra tomar um café
É noite
Eu dirijo sozinho
A morte viaja ao meu lado
As folhas caem
O tempo passa
É frio
Eu me cubro sozinho
A morte dorme ao meu lado
A chuva cai
A areia desce
Me vê mais uma cerveja
E vamos ser felizes
Todos juntos
Alegres
Me de mais um copo
E vamos todos deitar
Juntos
Em um emaranhado de sorrisos
Infames,
Infantis.
Caem as máscaras
Dos mentirosos
Caem as preocupações
Dos desesperados
Caem as esperanças
Dos necessitados
E o pior de tudo
E ver-te tu, a si mesmo, do teu lado
Dentro e fora ao mesmo momento
Único
Transparecido e refletido
Ao mesmo tempo
Entre vidros e carvalhos
Negros
E o pior de tudo e saber
Que solidão
Não é estar sozinho
E não estar com alguém
Solidão,
É saudade.
Caem as máscaras,
De sorrisos infames,
Infantis.
Cai a terra azul
Por trás da parede de vidro
Derrame-se em teu velório
Caiu um copo,
De café.
Cai meu rosto, sobre o chão.
Caiu em tuas mãos
O crepúsculo tardio,
A nobreza perdida
O sentimento ilhado
Deste coração.
Que se come vazio
As aparências enganam
E juntos
Somos ninguém.
O pior de tudo é saber
Que alguém veio
Pra tomar um café
É noite
Eu dirijo sozinho
A morte viaja ao meu lado
As folhas caem
O tempo passa
É frio
Eu me cubro sozinho
A morte dorme ao meu lado
A chuva cai
A areia desce
Me vê mais uma cerveja
E vamos ser felizes
Todos juntos
Alegres
Me de mais um copo
E vamos todos deitar
Juntos
Em um emaranhado de sorrisos
Infames,
Infantis.
Caem as máscaras
Dos mentirosos
Caem as preocupações
Dos desesperados
Caem as esperanças
Dos necessitados
E o pior de tudo
E ver-te tu, a si mesmo, do teu lado
Dentro e fora ao mesmo momento
Único
Transparecido e refletido
Ao mesmo tempo
Entre vidros e carvalhos
Negros
E o pior de tudo e saber
Que solidão
Não é estar sozinho
E não estar com alguém
Solidão,
É saudade.
Caem as máscaras,
De sorrisos infames,
Infantis.
Cai a terra azul
Por trás da parede de vidro
Derrame-se em teu velório
Caiu um copo,
De café.
Cai meu rosto, sobre o chão.
Caiu em tuas mãos
O crepúsculo tardio,
A nobreza perdida
O sentimento ilhado
Deste coração.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Da série curtos diálogos randômicos
Hoje eu tenho dois grandes e belos motivos para fazer um post.
Porque afinal, pensei com a cabeça certa.
Mas poxa! Em 2014 tem a copa, em 2016 as olimpíadas, vamos emendar 2015?
Só o filé da rapadura!
O charme darieltonísitco, um plus a mais.
Ou o charme Evown, de macho.
No final, o que importa é o que interessa.
2000.
Clima do dia no Distrito Federal:
Pela manhã: sol forte, céu aberto e clima quente. Ao meio dia, surgirão algumas nuvens negras com fortes trovoadas e pancadas de granizo aqui e ali, ventos torrenciais e temperatura baixa até a noite. Mais um dia comum em Brasília, boa noite.
Quase ia esquecendo =D
Visitem \o/ (Minha autoria =D)
http://fun140.com/polls/14232-qual-seu-personagem-de-anime-favorito/take?s=poll-tw&z=2112354091
http://fun140.com/polls/14234-qual-o-mais-forte-de-todos/take?s=poll-tw&z=2112354091
http://fun140.com/quizzes/18018-qual-personagem-de-anime-voc-/take?s=quiz-tw&t=27279307&z=2112354091
Da série curtos diálogos randômicos, por:
Rei de Espadas,
Quatro de Espadas,
Oito,
Dari-chan Sempai,
Pessoas totalmente aleatórias.
Porque afinal, pensei com a cabeça certa.
Mas poxa! Em 2014 tem a copa, em 2016 as olimpíadas, vamos emendar 2015?
Só o filé da rapadura!
O charme darieltonísitco, um plus a mais.
Ou o charme Evown, de macho.
No final, o que importa é o que interessa.
2000.
Clima do dia no Distrito Federal:
Pela manhã: sol forte, céu aberto e clima quente. Ao meio dia, surgirão algumas nuvens negras com fortes trovoadas e pancadas de granizo aqui e ali, ventos torrenciais e temperatura baixa até a noite. Mais um dia comum em Brasília, boa noite.
Quase ia esquecendo =D
Visitem \o/ (Minha autoria =D)
http://fun140.com/polls/14232-qual-seu-personagem-de-anime-favorito/take?s=poll-tw&z=2112354091
http://fun140.com/polls/14234-qual-o-mais-forte-de-todos/take?s=poll-tw&z=2112354091
http://fun140.com/quizzes/18018-qual-personagem-de-anime-voc-/take?s=quiz-tw&t=27279307&z=2112354091
Da série curtos diálogos randômicos, por:
Rei de Espadas,
Quatro de Espadas,
Oito,
Dari-chan Sempai,
Pessoas totalmente aleatórias.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Palavras escritas
Você pode escrever
Sobre os amores que se foram
Sobre as guerras que se venceram
Sobre as paixões que perduram
Sobre os sentimentos em teu peito
Sobre o sol e o mar.
Sobre a chuva.
Sobre a sombra
Sobre o luar.
Você pode escrever
Um soneto
De separação
Uma história
De união
Um momento
Uma decisão.
Você pode escrever
Sobre o que quer ser
Sobre quem você é
De onde veio
Aonde quer chegar
Você pode escrever
Em qualquer lugar.
Em qualquer instante
Pra qualquer pessoa
Para ninguém.
Você pode até escrever cartas
Palavras escritas
São completamente diferentes
De frases ditas
Elas carregam em si
Um significado único.
E se eu disser
Saudade
O quê significa para você?
E se disser
Felicidade
O quê significa para você?
Talvez, tenha a ver com gatos.
Talvez não.
E como então
Há coisas complicadas
Por demais
Pra se colocar em palavras
Por demais
Simples
As quais consiga eu
Escrever....
Como a vida,
o universo,
e tudo o mais.
Eu me despeço
Com uma palavra:
Fim.
Sobre os amores que se foram
Sobre as guerras que se venceram
Sobre as paixões que perduram
Sobre os sentimentos em teu peito
Sobre o sol e o mar.
Sobre a chuva.
Sobre a sombra
Sobre o luar.
Você pode escrever
Um soneto
De separação
Uma história
De união
Um momento
Uma decisão.
Você pode escrever
Sobre o que quer ser
Sobre quem você é
De onde veio
Aonde quer chegar
Você pode escrever
Em qualquer lugar.
Em qualquer instante
Pra qualquer pessoa
Para ninguém.
Você pode até escrever cartas
Palavras escritas
São completamente diferentes
De frases ditas
Elas carregam em si
Um significado único.
E se eu disser
Saudade
O quê significa para você?
E se disser
Felicidade
O quê significa para você?
Talvez, tenha a ver com gatos.
Talvez não.
E como então
Há coisas complicadas
Por demais
Pra se colocar em palavras
Por demais
Simples
As quais consiga eu
Escrever....
Como a vida,
o universo,
e tudo o mais.
Eu me despeço
Com uma palavra:
Fim.
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