57. Desista.
58. Encha o saco do seu amigo até ele fazer suas vontades.
59. Pensar não vale, lembra?
60. Tire uma foto bêbado fazendo cara de biba.
61. Desista de novo.
62. Se fantasie de Skywalker, pegue um cabo de vassoura verde, encontre uma pessoa totalmente random vestida de preto e diga: You are my father? Nooo!!! E taca-lhe a cabo-de-vassourada gritando umóóun!
63. Pare com isso, faz mal.
64. Entre no elevador chique, quando o funcionário perguntar qual andar, encha os pulmões e grite a todo ar: ao infinito e além!... Ou, to infinty and beyond!
65. Encontre um amigo tão louco quanto você, esconda-se atrás de um caminhão carregado de carteiras e saia da escola perfeitamente disfarçado, com um ninja, ao lado do caminhão pra matar aula! (cuidado você pode ficar preso na parede! crianças, não façam isso em casa).
66. Compre uma Coca-cola pra beber no cinema do Taguatinga Shopping, suba as escadas do cinema com a Coca-cola na mão, pra garantir que o lanterninha vai te ver e te obrigar a toma tudo na porta, antes de entrar (lembre-se de tomar rápido! Senão você vai perder o filme!).
67. Quando vou fazer uma lista de 100 coisas pra se fazer antes de morrer, se quiser, entre as coisas mais absurdas do mundo coloque disfarçadamente algumas que você já fez.
68. Conte isso em umas das coisas da lista.
69. Faça um 69.
70. Faça um 70.
71. Vista roupas rasgadas, se suje vá para uma avenida longe da sua casa e descubra quanto é o salário de um pedinte.
72. Vá para um culto evangélico, espere o momento certo, caia no chão e comece a tremer... Parabéns! Você acabou de ganhar um exorcismo de graça! Mesmo que você esteja tendo um derrame ou ataque epiléptico...
73. Viaje...
74. Ponha a mão na tinta de qualquer coisa escrita "tinta fresca" e pergunte: está fresca?
75. Crie um Orkut fake pra fuçar o Orkut da gostosa do curso, depois de todo o trabalho, descubra que ela bloqueou as fotos comentários recados e no perfil só tem escrito namorando (ou você pode simplesmente habilitar a opção de não mostrar suas visitas a outros perfis!).
76. Cante o hino nacional brasileiro na Frente da casa rosada...
77. Diga a um argentino: Maradona? Só é o melhor entre os chegados no ouro branco...
78. Esqueça.
79. Lembre-se de coisas não importantes em momentos cruciais.
80. Vá à maior igreja evangélica da sua cidade no domingo à noite, espere o momento certo, se ofereça para dar o testemunho. Ajeite o microfone, faça aquele “caham, caham” com a garganta e diga: eu estou aqui porque cheguei ao fundo do poço... Vire as costas e vá embora.
81. Tente espremer a felicidade em meio à tristeza, que nem quando você joga futebol por horas e diz: "caralho! Se eu espremer minha camisa agora cai água!” ai você espreme com toda a força, quase morrendo, mesmo sabendo que nunca vai sair porra de água nenhuma.
82. Vá a um hotel e diga a alguém que tem um jacaré no seu banheiro e quando chegar o serviço de quarto diga: confundi-me... Era uma lagartixa...
83. Vire o Hulk.
84. Desafiar um pastor a te derrubar numa sessão de descarrego e sair vencedor.
85. Vire uma Coca-cola de 2l na garganta, sem parar! (pode chorar)
86. Compre um oboé.
87. Coma batata frita melada em chocolate branco com coca e suco de acerola misturados e sobremesa sorvete de chocolate ao molho quatro queijos.
88. Fritar ovo com casca
89. Chame um amigo e cante: “tudo que eu sempre sonhei”, dentro de um ônibus lotado repetidas vezes.
90. Dê ênfase na parte... "Tudo que eu sempre sonhei... Tanto que eu consegui..."
91. Revidar quando o pastor tenta te jogar dentro d'água na hora do batismo (vamo vê quem tu vai afogar aqui seu filho da...)
92. No caso da 89 esteja preparado pra duas coisas: correr ou ser exocirzado.
93. Lembre seus parceiros que isso é um trabalho em grupo e eu sou o dono do Falta de Criatividade.
94. Escreva uma musica, valem títulos totalmente absurdos, irreais e mentirosos. Exemplo: "Life is Beautiful" (A vida é bela).
95. Vá ao um Culto e no momento em que o pessoal tiver no máximo gritando “Aleluia, Aleluia” comece a cantar... "Aaaaavéééé Avéééé Mariiiiaaaa...".
96. Inverta a posição 69
97. Corra dentro da igreja pelo corredor vazio gritando: dá licença filho da puta!
98. Use uma lupa gigante pra matar o irmão mais novo da sua namorada.
99. No dia se apresentar para reservista ir com uma camisa nazista.
100. Quando foi a um show, nunca esqueça o ingresso, algo pode dar errado.
101. Venda ingressos falsos para um show que não vai acontecer e depois ainda diga: que nada, foi você que errou o lugar...
102. Falar pro Sargento que não sabe o que significa o símbolo da camisa, e se ele disser tudo bem, bata continência, levante o braço direito e grite e plenos pulmões... "Heil Hittler!"
103. Em grupo, procure desesperadamente por uma pessoa em uma festa, e quando encontrar diga na frente de todos: ah! Que coisa... Você veio... Desculpe-me, preciso procurar outras pessoas...
104. Sabe aqueles banheiros pagos? Quando for entrar em um, e o cara cobrar pra entrar, pergunte: “Mas por quê?” Se ele disser que é por causa do papel, diga: “pô! Mas quando eu termino fica limpinho, pode ir lá ver!”.
105. Convencer qualquer pessoa a tatuar: "Tudo que eu sempre Sonhei" Na própria bunda.
106. Ligue pra policia e faça sexo pelo telefone com a atendente.
107. Critique seu amigo por criticar suas músicas.
108. Cante “Conte Partiró” na aula de Matemática...
109. Ligue para qualquer serviço publico e quando uma mulher atender diga: Oi tia! Tchau tia!
110. Se você for jovem, fuja da cidade, enterre seus sonhos embaixo da terra, assim como eu nós bebemos a morte, bebemos essa noite.
Oito
Ás de Espadas
Valete de Espadas
Sempre quis nascer pássaro.
Até que um dia eu descobri como os homens voam.
Escrevendo poesia.
Nosso Castelo de Cartas
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Todo o mundo cantando baixinho

Era imprescindível fazer uma homenagem a essa grande Legião Urbana.
Depois deste show, só restou saudade.
Ficam aqui minhas palavras de agradecimento, a vocês, por vocês.
Um texto escrito "apenas" com trechos de músicas da Legião Urbana.
Muitas vezes parecem poucos os momentos da vida em que se sente que valeu a pena viver cada dia, cada segundo, valeu a pena passar por tudo para que aquele único momento pudesse ser vivivo. Sim, valeu a pena.
Cada dia de espera, vale a pena.
Cada dia que se passa a areia azul da ampulheta desce.
Eu me sinto mais próximo do fim.
Porque a Legião Urbana, são vocês.
Todo o mundo cantando baixinho
Uma menina me ensinou
Uma dor que dói no peito
Agora está tão longe...
Ao menos uma vez
Podemos começar
Tudo de novo?
Ela então sorriu pra mim
Dizia ele: "Estou indo pra Brasília”
Chegando em casa então ele chorou
Não é assim que tem que ser
Vou fugir de casa
E quem irá dizer
E hoje a noite não tem luar
E eu estou sem ela
Me diz, por que que o céu é azul
Ninguém sabe
O que aconteceu...
Todos os dias
Antes de dormir
Quando o sol bater
Na janela do teu quarto,
Lembra e vê
Que agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
Quem me dera
Ao menos uma vez
Me abraça forte
E diz mais uma vez
...
É preciso amar.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
6. Escrever um poema em quarteto.
Eu, tu, ele, nós.
Eu te amo.
Abra os olhos,
Chorar não é pra mim...
Porque reclamar não muda nada.
O som do silêncio...
Só quero continuar levando,
Não sei bem se é por ser inverno...
Como sempre nunca farei.
Farei, de fiz...
Não.
Aqui sempre estarei...
Viverei.
Morrerei...
Pena que me embolei,
Como ficou agora?
Como sempre foi.
Ótimo!
Boa noite a todos pois minha cama me espera.
Fugir não adiantaria,
Nada!
Se estou aqui,
Que alguma coisa, eu faça!
Sabe que sem nossas palavras,
O mundo nada significaria.
Acabaria eu em maresia...
Fumando um cachimbo da paz.
Em uma tabacaria!
Me lembra alguém..
Apontando pras cinzas caidas no chão.
Me lembra um sonho...
Rezando pra elas levarem embora a solidão.
Rosas são vermelhas, o leite vem das vacas, violetas são azuis e vocês são uns babacas?
Ficou com raiva?
Mal uso da interrogação, suponho.
É que se botarem nós somos perde a decassilabiridade do interpessoal do eu-lírico extra corporal
No quadrado da hipotenusa
Olá Bhaskara.
O que fazes por aki?
Tão bela que tu és,
Flor que alegra meus dias...
Infiéis.
Então, calma...
Eu, tu, ele, nós.
Calma que o tempo
Tudo cura,
Com o tempo,
Tudo se apruma.
Só não as feridas abridas por amargura.
E tudo passa a ser uma imensa cicatriz...
Mas eu já aprendi que a vida é dura,
E viver nas ruas,
É saber que nesta vida
Nada perdura.
Nem mangás, nem dinheiro,
Sem dinheiro para os shows ou enterros.
Sem mangás pro momentos de desespero.
Onde estão os crepes?
E eu vejo,
Música,
Diversao.
Enterros?
Não!
Jamais!
Nunca se corrompa...
Nem mesmo em frente.
Nao me permitam tal sofrimento.
Shini!
Acho que ele deixo nos deixou.
E foi dormir.
Observar a água correr pelas feridas esperando curar.
Estou namorando...
A cura não é segura, porque passa pela rachadura,
Da fechadura
Sentindo a ardência de não sentir nada...
Nem...Sou espada!
Sou 4 de Espadas, pra ser preciso!
Sou Vontade!
Sou Passado...
Eu sou a Escuridão, a Estrela e o Sol.
Eu sou, o medo de amar.
Sou futuro dos desesperados
Sou oito.
Somos
Eu, tu, ele,
Nós.
E antes das luzes voltarem a acender
Eu estarei aqui pra me fazer.
Então eu colocarei as cadeiras sobre as mesas,
Apagarei as luzes.
Meu trabalho estará terminado.
Morreu.
Nosso embate continua,
Morreu.
Terminei
É o fim.
Adeus.
As espadas continuam,
Eu sou o Ás de Espadas.
Eu sou o Valete de Espadas.
Mas termine com algo de(s)cente,
Veremos o resultado
Dormiremos logo!
Então,
Fechamos a página
O capítulo acabou.
Vencemos?
Nunca irei saber.
A vitória e a derrota
Pertencem aos deuses,
A nós?
Pertence a batalha.
Oito,
Valete de Espadas,
Quatro de Espadas,
Ás de Espadas.
Eu te amo.
Abra os olhos,
Chorar não é pra mim...
Porque reclamar não muda nada.
O som do silêncio...
Só quero continuar levando,
Não sei bem se é por ser inverno...
Como sempre nunca farei.
Farei, de fiz...
Não.
Aqui sempre estarei...
Viverei.
Morrerei...
Pena que me embolei,
Como ficou agora?
Como sempre foi.
Ótimo!
Boa noite a todos pois minha cama me espera.
Fugir não adiantaria,
Nada!
Se estou aqui,
Que alguma coisa, eu faça!
Sabe que sem nossas palavras,
O mundo nada significaria.
Acabaria eu em maresia...
Fumando um cachimbo da paz.
Em uma tabacaria!
Me lembra alguém..
Apontando pras cinzas caidas no chão.
Me lembra um sonho...
Rezando pra elas levarem embora a solidão.
Rosas são vermelhas, o leite vem das vacas, violetas são azuis e vocês são uns babacas?
Ficou com raiva?
Mal uso da interrogação, suponho.
É que se botarem nós somos perde a decassilabiridade do interpessoal do eu-lírico extra corporal
No quadrado da hipotenusa
Olá Bhaskara.
O que fazes por aki?
Tão bela que tu és,
Flor que alegra meus dias...
Infiéis.
Então, calma...
Eu, tu, ele, nós.
Calma que o tempo
Tudo cura,
Com o tempo,
Tudo se apruma.
Só não as feridas abridas por amargura.
E tudo passa a ser uma imensa cicatriz...
Mas eu já aprendi que a vida é dura,
E viver nas ruas,
É saber que nesta vida
Nada perdura.
Nem mangás, nem dinheiro,
Sem dinheiro para os shows ou enterros.
Sem mangás pro momentos de desespero.
Onde estão os crepes?
E eu vejo,
Música,
Diversao.
Enterros?
Não!
Jamais!
Nunca se corrompa...
Nem mesmo em frente.
Nao me permitam tal sofrimento.
Shini!
Acho que ele deixo nos deixou.
E foi dormir.
Observar a água correr pelas feridas esperando curar.
Estou namorando...
A cura não é segura, porque passa pela rachadura,
Da fechadura
Sentindo a ardência de não sentir nada...
Nem...Sou espada!
Sou 4 de Espadas, pra ser preciso!
Sou Vontade!
Sou Passado...
Eu sou a Escuridão, a Estrela e o Sol.
Eu sou, o medo de amar.
Sou futuro dos desesperados
Sou oito.
Somos
Eu, tu, ele,
Nós.
E antes das luzes voltarem a acender
Eu estarei aqui pra me fazer.
Então eu colocarei as cadeiras sobre as mesas,
Apagarei as luzes.
Meu trabalho estará terminado.
Morreu.
Nosso embate continua,
Morreu.
Terminei
É o fim.
Adeus.
As espadas continuam,
Eu sou o Ás de Espadas.
Eu sou o Valete de Espadas.
Mas termine com algo de(s)cente,
Veremos o resultado
Dormiremos logo!
Então,
Fechamos a página
O capítulo acabou.
Vencemos?
Nunca irei saber.
A vitória e a derrota
Pertencem aos deuses,
A nós?
Pertence a batalha.
Oito,
Valete de Espadas,
Quatro de Espadas,
Ás de Espadas.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Pegue um baralho, qual carta te chama mais atenção?
Pegue um baralho, qual carta te chama mais atenção?
Pra mim, os ases sempre roubaram a cena. O curinga tem um forte ar de unicidade, e os reis, damas e valetes também chamam atenção.
7 é um número cheio de significados, ele é belo, e dentre os números rouba a cena. O 2, o 3 e o 4 são outros números simbólicos.
Eu gosto do 5 e o 10 também, eles parecem "grandes" frente aos outros números. O 6 e o 9 são iguais de ângulos diferentes! E eu acho isso muito divertido!
Falei de todos? Não? Ah, sim! Eu quase esqueço do 8, pra mim, ele é o número mais sem graça e menos importante, ele nunca faz papel importante em nenhum jogo, em nenhum livro, e nem a aparência dele chama atenção, sem falar que ele não tem significado nenhum.
Aliás, me diga, alguma vez jogando baralho você já pensou: espero que venha um 8? Não? Pois é, nem eu.
Eu sou o curinga! Que massa!
Eu sou um ás! Que doido!
Eu sou um rei! Irado!
Pronto!
Pois eu sou o 8!
É? Sério mesmo? 8 é? Tipo assim, 8? Que sem graça... Porque você é o 8?
Acho que é porque aparentemente o 8 parece super sem graça, mas é só porque não o conhece, na verdade, se o vissem de verdade, veriam a diferença absurda que ele faz...
Sabe qual é?
Se tirasse o 8, depois do 7 viria o 9!
Já pensou que triste!
Fica feio e sem nexo o negócio sem o 8 não acha?
Acha não?
Bom, nem eu...
Quer dizer, to nem aí pra você então!
(risos)
Oito
Pra mim, os ases sempre roubaram a cena. O curinga tem um forte ar de unicidade, e os reis, damas e valetes também chamam atenção.
7 é um número cheio de significados, ele é belo, e dentre os números rouba a cena. O 2, o 3 e o 4 são outros números simbólicos.
Eu gosto do 5 e o 10 também, eles parecem "grandes" frente aos outros números. O 6 e o 9 são iguais de ângulos diferentes! E eu acho isso muito divertido!
Falei de todos? Não? Ah, sim! Eu quase esqueço do 8, pra mim, ele é o número mais sem graça e menos importante, ele nunca faz papel importante em nenhum jogo, em nenhum livro, e nem a aparência dele chama atenção, sem falar que ele não tem significado nenhum.
Aliás, me diga, alguma vez jogando baralho você já pensou: espero que venha um 8? Não? Pois é, nem eu.
Eu sou o curinga! Que massa!
Eu sou um ás! Que doido!
Eu sou um rei! Irado!
Pronto!
Pois eu sou o 8!
É? Sério mesmo? 8 é? Tipo assim, 8? Que sem graça... Porque você é o 8?
Acho que é porque aparentemente o 8 parece super sem graça, mas é só porque não o conhece, na verdade, se o vissem de verdade, veriam a diferença absurda que ele faz...
Sabe qual é?
Se tirasse o 8, depois do 7 viria o 9!
Já pensou que triste!
Fica feio e sem nexo o negócio sem o 8 não acha?
Acha não?
Bom, nem eu...
Quer dizer, to nem aí pra você então!
(risos)
Oito
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Passos que ecoaram no vazio, o som do silêncio.
Meus passos ecoam no vazio. É noite, eu escuto o som do vento. A lua cheia ilumina minha caminhada. É sexta-feira à noite, nada melhor que um bar.
A música passa pelos meus ouvidos, as pessoas passam ao meu redor, cheiros de todos os tipos, roupas de todas as formas, cabelos de cores diferentes, carros de cores diferentes, pessoas completamente diferentes.
De existências iguais.
Eu sento a mesa, o garçom chega, ele me pergunta o que vou querer, mas na verdade, ele já sabe. É sexta-feira à noite, estar aqui neste bar agora e tomar a cerveja de sempre, agora, já faz parte de quem eu sou. O garçom sai, anotou o pedido.
E eu continuo a observar aquele vai e vêm, aqueles sons diferentes, aqueles cheiros fortes, e as palavras saem das bocas, como se não tivessem importância, como se nem significado mais tivessem.
Eu escuto um barulho forte, algo quebrou. Uma buzina atrai minha atenção à pista, os carros passam, em pouco tempo surge uma sirene que passa a toda velocidade. Eu olho pra esquina, há um ponto onde as garotas ficam. Eu olho ao meu redor, um monte de pessoas que não sabem da existência do outro ao seu lado, em seus cristais intocáveis cada um cria a sua barreira de proteção e vive sozinho em seu próprio mundo.
Cada um com seus problemas. Dos meus, eu já estava quase conseguindo esquecer, afinal, uma sexta-feira em um bar, serve para se esquecer dos problemas. Eu até penso em me perguntar o porquê disso tudo, mas já desisti. Antes mesmo de tentar.
Eu já havia até me esquecido, que hoje é lua cheia.
Há um casal de namorados entrando no carro, é impossível meenganar e não admitir que estou com inveja.
O barulho forte de uma moto, ela chega ao bar.
O garçom traz a minha cerveja, ele põe no copo, começo a beber.
Qual é o valor da vida? Da felicidade?
Parece-me caro, tudo me parece tão complicado.
Um carro vermelho para, desce uma mulher: nem tão bonita, nem tão feia. Parece vir do trabalho.
Passa um vento forte, os cabelos dela voam, as folhas da árvore que estava perto da minha mesa voam, e caem sobre ela.
Eu já nem sei mas como contar as horas direito, mas me parece que já tem um bom tempo que estou aqui.
Eu devo voltar para casa? Devo ir a outro lugar? Para onde eu quero ir agora?
Tanto faz... Então, onde eu estou, está bom.
Você gosta de viver? Eu me pergunto.
A resposta sincera é: nem mais, nem menos que todos os outros que vi hoje.
Eu escuto um trovão, talvez chova.
Talvez eu me apaixone... Talvez morra! Eu já nem consigo mais traduzir meus pensamentos em palavras. Os tempos não estão difíceis, somos nós que estamos muito fáceis.
Eu me levanto.
A música passa pelos meus ouvidos, as pessoas passam ao meu redor, cheiros de todos os tipos, roupas de todas as formas, cabelos de cores diferentes, carros de cores diferentes, pessoas completamente diferentes.
De existências iguais.
Eu sento a mesa, o garçom chega, ele me pergunta o que vou querer, mas na verdade, ele já sabe. É sexta-feira à noite, estar aqui neste bar agora e tomar a cerveja de sempre, agora, já faz parte de quem eu sou. O garçom sai, anotou o pedido.
E eu continuo a observar aquele vai e vêm, aqueles sons diferentes, aqueles cheiros fortes, e as palavras saem das bocas, como se não tivessem importância, como se nem significado mais tivessem.
Eu escuto um barulho forte, algo quebrou. Uma buzina atrai minha atenção à pista, os carros passam, em pouco tempo surge uma sirene que passa a toda velocidade. Eu olho pra esquina, há um ponto onde as garotas ficam. Eu olho ao meu redor, um monte de pessoas que não sabem da existência do outro ao seu lado, em seus cristais intocáveis cada um cria a sua barreira de proteção e vive sozinho em seu próprio mundo.
Cada um com seus problemas. Dos meus, eu já estava quase conseguindo esquecer, afinal, uma sexta-feira em um bar, serve para se esquecer dos problemas. Eu até penso em me perguntar o porquê disso tudo, mas já desisti. Antes mesmo de tentar.
Eu já havia até me esquecido, que hoje é lua cheia.
Há um casal de namorados entrando no carro, é impossível meenganar e não admitir que estou com inveja.
O barulho forte de uma moto, ela chega ao bar.
O garçom traz a minha cerveja, ele põe no copo, começo a beber.
Qual é o valor da vida? Da felicidade?
Parece-me caro, tudo me parece tão complicado.
Um carro vermelho para, desce uma mulher: nem tão bonita, nem tão feia. Parece vir do trabalho.
Passa um vento forte, os cabelos dela voam, as folhas da árvore que estava perto da minha mesa voam, e caem sobre ela.
Eu já nem sei mas como contar as horas direito, mas me parece que já tem um bom tempo que estou aqui.
Eu devo voltar para casa? Devo ir a outro lugar? Para onde eu quero ir agora?
Tanto faz... Então, onde eu estou, está bom.
Você gosta de viver? Eu me pergunto.
A resposta sincera é: nem mais, nem menos que todos os outros que vi hoje.
Eu escuto um trovão, talvez chova.
Talvez eu me apaixone... Talvez morra! Eu já nem consigo mais traduzir meus pensamentos em palavras. Os tempos não estão difíceis, somos nós que estamos muito fáceis.
Eu me levanto.
Assinar:
Postagens (Atom)