Nosso Castelo de Cartas

Nosso Castelo de Cartas

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O Seu Castelo de Cartas

Bom dia!
Pois é, eu não consegui passar a noite escrevendo, tava cansado mesmo >.<
Mas enfim, hoje continua a avalanche de posts \o/

E agora, temos um super-especial no Nosso Castelo *o*
Será que alguém vai reconhecer os textos abaixo?
Eu não coloquei o nome dos autores, então, identifiquem-se =D
Hoje, mais do que nunca! O Nosso Castelo, é de Vocês!

! UЭ

- Oi!
- Olá..?
- Você está me ouvindo?- com uma leve irritação na voz.
- Não? Sim. Apenas responda.
- Pare de me encarar!- grita.
- Seus olhos me assustam...- o medo transparece em sua voz.
- O que você quer? Por que não para de olhar para mim?
- Sono! Tenho muito sono. - diz bocejando.
- Não que a conversa esteja chata... Apenas não tenho dormido bem.
- Ha, Ha, Ha...
- Quer para de me olhar!- grita.
- Por acaso eu tenho algum problema?- os olhos enchem de lágrimas.
- Não? Então o que tanto olhas?
- Eu não sou digna de tanta admiração. - diz com um certo tom de ironia.
- Já te disse o quanto seu olhar é amedrontador?
- Sinto meu corpo todo gelar... – seu corpo se arrepia.
- Quer saber? Vou dormir!- diz um pouco irritada.
- E você, fica aí quietinha. Entendeu?
- Como se você pudesse ir a algum lugar...- dá uma ligeira risadinha.
- Quem sabe te vejo amanhã?
- Se cuida viu?- manda um beijinho.
- Tchau!- acena.
- Boa noite!
Apaga a luz do banheiro, vira-se e fica admirando o brilho prateado emitido pelo espelho. Sai e fecha a porta.

Que tal um café?


Solidão é um grande Buraco.
Que tira tuas folhas e tuas cascas.
E te deixa nu.
E você tenta, inutilmente.
Se vestir com fantasias.
Hrrr..., já é tarde.
Ela já te tirou isso também
E ai você cai, como um inseto.
Em um emaranhado de teias.
E lá você morre.
Mas continua vivo.
Procurando em cegos.
Olhos que te olhem.
E o foda dessa porra toda.
E ter que estar no seu próprio velório todo dia.
E ver que ninguém apareceu pra tomar um café.


Capítulo 1

O levantar dos sem esperanças


Apenas observar
Sem agir
Sem pensar
Se deixar levar
A água passa
Leve solta
Arrasta pessoas e quarteirões
O que de bom levou
O que de bom ficou
Assim passa a vida
Alguns levam
Rápido lento
Como o correr do tempo
Relógio marca relógio passa
Tempo marca tempo passa
Quem diabos te criou
Pare de me marcar me deixe viver
Pois já sei que como os outros
Tu me esqueceste...

“O que há de esperar de uma vida que apenas passa
O tempo apenas corre
Já chega de viver a vida de um relógio que apenas marca o tempo
Conta os dias
E assim que pretende viver?”

Quero falar lhes sobre meu tempo, sobre o meu povo, quero falar sobre toda a decadência que nós rodeia e nós faz prisioneiros escravos da visão e da força do estado, nós somos um ponto lutando contra um livro, a gota que tenta atravessar o oceano sem evaporar, somos eles os imortais.

O que de bom me resta? O que de bom fica após todo uma vida? Após toda uma busca e peregrinação? As vezes olhando para trás se sente como se não tivesse buscado da forma correta... Com todo coração

“O passado de mediocridade é apenas o começo do fim.”

(...)

Não Chore


(...)

- Está pronto?
- Hum? Quem é você?
- Não chore.
Sumiu... Bom, não importa, eu tenho um jogo pra vencer, os Zanarkand Abes vãojogar hoje!
Eu caminhava em direção ao estádio, quando vi o seu rosto naquela tela. Zanarkand jamais esquecerá de você, você foi um grande astro do Blitzball. Porém não foi nada para mim... Jech, eu queria que você simplesmente não houvesse existido.
Atravessei a multidão de fãs ate o estádio, sentei ali e esperei ate que o jogo começasse, mal eu sabia que os próximos minutos iriam mudar toda a minha vida.

(...)

Big Fish


(...)

Você não me conhece, mas meu nome é Edward Bloom e eu te amo. Passei os últimos três anos trabalhando pra descobrir quem era você. E fui baleado, esfaqueado e esmagado algumas vezes...Quebrei duas vezes as costelas, mas tudo isso valeu a pena para te ver... E finalmente poder falar com você. Pois estou destinado a casar com você. Soube disso no momento em que vi você no circo. E sei disso mais do que nunca.
- Desculpe
- Não precisa se desculpar. Sou a pessoa mais sortuda que você encontrará hoje.
- Não, me desculpe. Estou noiva, prestes a casar.
- Mas está enganado, eu conheço você... Ao menos pela reputação. Edward Bloom de Ashton. Veja, estou noiva de um rapaz de Ashton. Don Price. Ele é alguns anos mais velho que você.
- Bem... Parabéns. Desculpe por tê-la incomodado.
- Pare. Não é engraçado. Esse pobre garoto.
O destino tem um modo cruel de circular a sua volta. Depois de todo esse trabalho para sair de Ashton... A garota que eu amava estava noiva de um dos maiores panacas da cidade. Há momentos em que um homem precisa lutar...E outros que ele precisa aceitar que seu destino está perdido... Que o barco partiu, e que apenas um tolo continuaria. Na verdade, eu sempre fui um tolo.
- Sandra Templeton! Eu te amo! E vou casar com você!

(...)

E agora, quem escreve(ram) todas essas belas linhas? ^^

O Horizonte

O Horizonte.

A noite desce
O dia cresce
O vento envolve

A lua acalma
A raiva
O sol desperta
A vontade
De viver

Pra sempre
A chuva traz
Uma lembrança
Ela veio a meus

Pensamentos
Sentimentos
A mim.

E eu me vejo novo
De novo

Eu me vejo sozinho
Mais uma vez

Eu vejo
Eu
E

Vejo
Você

Mas não consigo nos
enxergar

A chuva/sol
vem com esperança
com luz

O dia novo
Parece tanto com o antigo
Porém
Não é

O dia novo
Seria novo mesmo?
É

Porque o que perdura é bom
E o que é bom fica

E o que não deve ficar
Parte

Sou eu,
sou eu de novo

E sou você.
Sou você agora.

E tento
E busco

Me canso
Me escrevo

Me esforço
Por tudo
Por nada.
Por apenas...

E veja você
A lua desce
O sol aponta

O horizonte,

É belo.

(O Caminho) Capítulo 2

A história do garoto dos punhos de trovão

O capitão segurava o timão, e observava o mar.
Havia um barco e um capitão, mas nenhum marujo. O barco era pequeno, tinha velas, mas não tinha leme. Não que o leme estivesse quebrado, por incrível que pareça, o barco realmente não tinha leme. Nem marujos, mas havia uma vela, e um capitão.
Há anos aquele capitão estava ali naquele barco, aliás, desde que ele se conhecia por gente ele estava naquele barco. Ele transitava por todos os lados, todos os dias, dentro do barco. Mesmo em todos esses anos a única coisa a qual ele conseguiu ver foi o mar. O mar...
Ele todos os dias olhava para ele e pensava se havia algo embaixo, ou além do mar. Ele pensava em jogar-se, mas não, ele morreria, ninguém nunca tem coragem de jogar-se não é mesmo? Saltar, em direção ao desconhecido?
Um dia ele viu, ele viu a terra, o barco foi a sua direção e ele desesperadamente tentava fazer com que o barco fosse mais rápido e por incrível que pareça, ele conseguiu, a sua vontade foi tão grande que o barco aumentou sua velocidade tanto, mais tanto... Que quando ele se aproximou da terra, bateu, e o capitão foi jogado pra fora do barco, de lado, ele caiu, no mar...
E quando acordou no meio do mar sem se lembrar de nada, o capitão viu apenas uma coisa, um barco, não era o mesmo barco, era outro, completamente diferente, pelo menos aparentemente era. O capitão alegre subiu no barco. Foi ai que ele viu que não havia leme, nem marujos, mas havia vela, é um capitão. Feliz ele continuou sua viajem. Ao infinito, é além...
Contava um outro velho sábio essa história. Para o garoto dos punhos de trovão.
O menino devia ter seus treze anos, o velho, só o mundo pode afirmar exatamente. O local, ao que me parecia, uma escola, havia grandes construções que lembravam as escolas greco-romanas, porém poucas pessoas. Os mestres e os discípulos todos usavam túnicas brancas. O mestre havia terminado de falar e ele já esperava por Faon.
Faon era o garoto dos punhos de trovão. Um pouco baixo, magro, cabelos castanhos e curtos, olhos verdes. Sentado com os olhos brilhando de alegria, como de costume, conhecido pelos mestres, depois de uma história Faon começava com suas perguntas.
- É se ele tivesse se jogado do rio?
É como de costume, Faon obtia as mesmas respostas.
- Faon, eu já lhe falei, eu não posso lhe responder tudo, o máximo que eu posso fazer é mostrar-lhe o caminho, você tem que o trilhar. Experimente atirar-se do barco. Dizia o senhor.
- Faon refletia sobre isso todas as vezes que perguntava, ele sabia que os mestres tinham a resposta, a questão é, porque eles não a contavam. Bom, ficaria muito fácil, pensava Faon.
Mas depois ele iria descobrir que existem lições que não podem ser ensinadas, devem ser vividas.
Diferente de Aaron, outro jovem, alto, forte, cabelos marrons curtos e embaraçados, olhos castanhos. Ele tinha certeza que na verdade os mestres não sabiam resposta alguma. Aquilo pra ele era bobagem, mas havia um motivo para ele estar ali.
Naquela escola vivia outro mestre, ele era um dos professores, mas não era uma pessoa muito esclarecida, como a maioria que ensinava ali. Ele imaginava que a justiça só poderia ser obtida através da força, a lei estava com o mais forte. Aaron era seu melhor discípulo e partilhava de seus ensinamentos.
Houve um dia, em que Aaron partiu da escola em uma missão proposta por este professor, seu objetivo, era encontrar a espada de rubi, a máxima e perfeita arma do poder, aquele que a carregava, era invencível. Aaron partiu, mas só retornou dez anos depois.
Faon agora mais velho ostentava um título de cavaleiro na academia por suas eximias habilidades em batalha, já era um mestre, mas é claro, também ainda um aprendiz.
Então Aaron retorna a escola com a espada de rubi em suas mãos. Mas ninguém o vangloria como guerreiro poderoso, não, eles não tem oportunidade, Aaron mata todos que vê em seu caminho, ate que se encontra com seu antigo mestre
O velho olha para Aaron e vê que ele cumpriu seu destino, agora ele ostentava a espada a espada do poder, ele profere as suas últimas palavras ao seu discípulo.
- Agora você carrega a justiça Aaron.
Aaron o responde
- Eu sou a justiça.
Com a mão direita Aaron aponta sua espada à frente de seu mestre e diz:
- E você é fraco, e se é fraco é injusto... Um dia você me disse que toda injustiça deve ser eliminada. Agora com o poder em minhas mãos, eu entendo isso.
Então, perfurando como uma lança, com a mão direita, Aaron faz com que a espada de Rubi atravesse ferozmente o peito do seu antigo mestre.
- Eu sou a justiça - profere Aaron enquanto puxa a espada.
Agora, só lhe restava um adversário.
Aaron sem dizer nada empunhou sua espada escarlate banhada de sangue na direção de Faon, e começou a atacá-lo desesperadamente, a lâmina rugiu a Faon como um poderoso inimigo, mas Faon não era um adversário qualquer. Despido de qualquer proteção, Faon simplesmente esquivou-se dos golpes da espada, o último, atingiu o chão onde Faon se encontrava há poucos segundos, e criou-se uma grande vala feita pela espada de rubi.
- Essa escola não é um campo de batalha Aaron, essa espada não é um objeto fútil para ser manejada de tal forma, e você não tem conhecimento suficiente para usá-la, pare com isso! - proclamou Faon.
- Faon, sou eu quem decide o que é e o que não é - retrucou aos gritos Aaron.
- Não Aaron, você apenas cumpre o seu destino.
Aaron parou, baixou a espada e olhou dentro dos olhos de Faon.
- Então Faon agora cumpra o seu... - disse Aaron.
Num movimento rápido e repentino, Aaron atacou.
E a sua espada de rubi perfurou o corpo de Faon.
E foi ai que Faon percebeu o barco, o mar, o capitão e agora ele via a praia, e no desespero de chegar lá, ele iria bater o barco.
- Não.
- Eu tenho escolha, disse Faon.
Faon colocou suas mãos na espada de Aaron, que havia atravessado sua barriga, segurou-a com força, e suas mãos começaram a sangrar desesperadamente. Com todas as suas forças, ele arrancou a espada de Rubi, agora o sangue jorrava aos montes de suas mãos cortadas, e do golpe da espada em sua barriga. Aaron, paralisado pela energia da vontade de Faon, que não se dava por vencido, se viu sem ação durante alguns segundos, que foram suficientes para Faon puxar a espada de rubi das suas mãos, e fincá-la no chão com suas últimas forças. Ele ajoelhou-se e olhou para aquela espada, tão bela que era, e o quanto o sangue destroçava a sua bela aparência, sangue, havia sangue por todos os lados.
Faon ainda encontrou força para se levantar, ainda havia algo a ser feito. Era como se seu corpo já estivesse morto, mas a sua vontade de cumprir o seu dever era tamanha, que ainda lhe restou energia para um último soco. O último soco do garoto dos punhos de trovão.
Era como se o tempo tivesse parado de passar, o mundo parado de rodar, os sons calaram-se os olhos cegaram-se. Então Aaron viu apenas uma luz branca em seu rosto, e sem sentir nada, ele foi lançado para trás, a metros de distância de Faon, e caiu no chão.
Em seguida, veio um som forte, como um trovão. E ele viu o sangue escorrer daquele profundo corte em seu rosto. A sua frente, estava parado o garoto dos punhos de trovão, os olhos fixos, os punhos fechados o soco travado em posição inabalável, de quem morre fazendo o que nasceu para fazer.
Faon viveu para ver Aaron cair.
Mas não viveu para vê-lo levantar.
Parece que o menino dos punhos de trovão não havia cumprido seu destino.
Mas sabe o que é realmente importante, foi que nessa hora, Aaron não viu mais a praia, agora, ele olhou para o mar, pela última vez, e se jogou.
E assim terminou a história do garoto dos punhos de trovão – explicou o velho ancião.
Ele olhou para Daima, mas agora de uma forma diferente, e mesmo o próprio Daima reconheceu que agora ele não parecia um velho. Ele tinha um rosto inabalável, sério, se não fosse tão velho, Daima diria que era um guerreiro que se preparava para travar sua última batalha. O velho virou as costas para Daima, e pegou algo que estava escondido entre as folhas da floresta, ele virou para Daima com a espada escarlate em suas mãos e falou:
- Não se pode fugir de seu destino Faon.
Daima, você ainda tem um destino a cumprir, o destino de Faon ainda não foi concretizado. Resta uma última batalha. Faon e Aaron se enfrentam novamente.

E volto! Pra partir...

Boa noite a todos...
A quanto tempo ^^

Estou cansado, ainda são meia noite e meia e já estou bem cansado =(
Fim de semestre é uma coisa complicada >.<

Mas hoje é dia de tirar o atraso \o/
E apesar de estar quebrado, os planos pra hoje são: passar a noite escrevendo.
Então preparem-se para uma avalanche de posts seguidos *o*

Vocês podem ler todos de uma vez, ou ir lendo aos poucos
Vocês que sabem ^^

Bom, mas...
Lembram oque aconteceu depois da última vez que eu postei várias coisas na mesma noite...
Eu desapareci por uns tempos...

Então, eu sinto de dizer que...
Esse é o caso.

Nas próximas semanas eu vou estar um pouco longe de alguns amigos,
Porém muito próximo de outros.

Mas o mais importante, e que, como sempre.
Eu estarei no coração de todos.
E eles permanecerão,
Em meus sorrisos.

Então...

Volto!Pra partir...

Mas a verdade e que
Nunca os deixei...

Oito



"Durante a chuva tenho minha liberdade
O tempo manterá sua memória
Amor eterno diminuiu
Sobrevivente em teu coração sem batimentos
Seque suas lágrimas com amor"

X Japan

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Óbvio demais

Óbvio demais.

Dizer eu te amo
é óbvio de mais

Mas eu posso dizer:
O céu pode cair um dia
As estrelas se apagarão
Os desertos se encobrirão de água
As geleiras eternas vão derreter
E até as pirâmides cederão
ao passar do tempo

Nesse dia eu vou ver você,
mais uma vez
E vou olhar pra você,
com os mesmo olhos
de sempre
Eu vou sorrir pra você
Como eu sempre sorri,
ao ver teu sorriso
Eu vou sentir teu cheiro
Como sempre o reconheci,
E vou ouvir tua voz
Como todos os dias.
E nesse momento único,
Único, igual a todos os outros
que te vi
Eu vou dizer,

Que o que eu sinto por você
mudou tanto quanto o nada
E aqui eu fico novamente sem palavras.
O sol se põe
E eu não consigo dizer que te amo.

Porque quando se descreve o pôr do sol,
por mais que se eu use palavras bonitas
E por mais que você o veja belo em sua mente,
Nunca será a mesma coisa que o verdadeiro pôr do sol.
Sempre será menos...

Então por mais que eu diga
Eu te amo...
Por mais bonitas que as palavras sejam,
elas nunca conseguirão dizer
O quanto eu te amo de verdade.

E a verdade e que
Vou me lembrar de você
Mesmo depois que eu parar
de respirar.

Mesmo depois que eu parar
de escrever
Mesmo depois que o tempo parar
de passar
Mesmo depois que o pra sempre
Acabar

Eu vou amar você...
Mesmo depois...
Que este poema acabar.

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Poema de algum tempo atrás...
Poema de apaixonado...

Perdoem minha ausência.
Estou retornando.

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